A prisão ocorreu na casa do traficante, localizada no Setor
Aripuanã. Em poder do acusado, os policiais encontraram 70 petecas de crack,
embaladas e prontas para a venda e consumo, uma balança de precisão utilizada
para pesar a droga, dois cachimbos, um canivete usado para cortar as embalagens
e fracionar a droga, e, certa quantia em dinheiro, que a polícia acredita ser
produto da venda da droga.
Junto com “Sir”, os policiais apreenderam uma filha dele, uma
menor de idade, que atuava no tráfico, juntamente com o pai. De acordo com os
investigadores, a menor era usada como aviãozinho na venda da droga e também
consumidora do produto. A polícia chegou até o traficante depois de investigações
feitas pelos policiais Pereira, Baiano e Gustavo, que passaram a monitorar a
casa do acusado, depois de terem recebidos várias denúncias anônimas de
moradores, que disseram haver grande movimentação diária na casa do
acusado. No momento da prisão, o acusado
não quis falar com a imprensa e se limitou a dizer que a droga não era dele e
que não era traficante.
De acordo com o investigador Baiano, “Sir” é um traficante
dissimulado que utiliza as filhas no mundo do tráfico. Dinho Santos








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